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sábado, 4 de abril de 2015
É incrível como hoje somos rodeados por pseudamigos, pessoas que são apenas sombras, que só pensão exclusivamente no próprio bel-prazer, que são os espectros da existência contemporânea atual. Transformam redes sociais em lixos, em água podre, sem nem uma prática ou fim útil. Estamos numa época de grande decadência existencial. P.J
Assisti a pouco um filme sobre Blaise Pascal, um ilustre filósofo e cientista, contemporâneo e compatriota de René Descartes. É incrível como a angústia sempre acompanhou a humanidade durante os séculos. A angústia ainda continua atual. Pascal viveu a angústia de renegar a sua fé em nome da sabedoria, mas no final acabou tombando diante dela. É possível buscar a sabedoria neste mundo sem a crença num Deus ou precisamos de um crença desse tipo, uma religião ou fé? Eis a questão que teima a latejar na cabeça de quem busca incessantemente o saber depurado e honesto. Apesar estarem de certa forma superados pelo tempo, Blaise Pascal e René Descartes ganharam minha admiração e respeito, e os considero dois mestres do pensar entre tantos que já existiram nesses tempos decorridos da humanidade. P.J
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